sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Caminho do meio

O Budismo sempre disse que na vida o melhor é o caminho do meio, nem mais para lá e nem para cá.
E neste simbolismo tão simplista, o ensinamento se funda no equilíbrio.

Estamos vivendo em uma época em que quem quiser pode se enriquecer adquirindo mais conhecimento, basta ter um computador, uma fonte de energia e um provedor e o desejo de se embrenhar pelo universo de informações que podem ser alcançadas através desta democrática invenção que é a Internet.
A Humanidade enfim, chegou ao patamar de poder se desenvolver por sua própria vontade, como ser inteligente, contando com o conforto de obter a informação que deseja num toque de dedos.
Assim, os horizontes de todos os habitantes deste planeta têm se alargado em um ritmo incrível, levando-nos a conciliar as diversidade das manifestações das emoções, dos sentimentos pessoais, das diferentes concepções filosóficas do viver, independente do idioma, dos costumes e das crenças.
Estamos na Era de Aquário, em que a água vertendo, vai lavando, limpando, levando todos os obstáculos do caminho, formando um novo espaço a ser ocupado por aqueles seres que têm nascido e os que já estão mais crescidos, que tem nos surpreendido com seus inventos, com suas manifestações artísticas, com os recursos tecnológicos que têm criado e com as lições que têm nos ensinado desde pequenininhos, que muitas vezes, nos provocam um sentimento arrebatador de aprendizes em formação. 
Abençoados são estes jovens e estas crianças, prontas para viver em um mundo totalmente novo.
Não podem e nem poderão ser educadas como nós fomos ou como nossos filhos foram, seu nível de clareza emocional é muito superior, sua missão nesta existência é muito grandiosa. Seu ideal não será a riqueza material, o acúmulo, o cultivo da vaidade e do poder, seu ideal é humanitário e sua atenção se voltará para o bem comum – sem fronteiras, sem preconceitos, sem distinção de cor ou de crença.
Esta é a geração que já vem preparada para trilhar o “caminho do meio” com todo desembaraço e fluidez.
É a geração cristal, arco-iris, que enxerga além da forma, além da matéria, consciente da necessidade de dar  melhor destino para seus talentos do que simplesmente fazer grandes cálculos e construir edificações  grandiosas.
Esta época já ficou para trás na história da humanidade. Esta é a geração do social e do compartilhamento.
Nesta nova era, do “caminho do meio”, ninguém será discriminado por causa do sua aparência física, ou da sua cor, da sua origem, da sua direção sexual ou das suas crenças...
Não mais castigo, não mais acusações, não mais espaço para a palavra “pecado”, pois, o equilíbrio se sustenta pelo sentimento de amor, de compaixão, de fraternidade, de união e de igualdade, onde todos se reconhecem como cúmplices irmanados em uma mesma realidade.
Assim se desenvolve a humanidade, assim evolui sua história e a cada dia mais, os limites vão sendo derrubados, seja de fronteiras, seja por motivos políticos ou econômicos e sociais e assim será.
A cada geração o ser humano se aproxima mais do seu EU maior, com uma religiosidade inata que dispensa rótulos, religiões e seitas limitantes, numa comunicação direta com aquela Luz maior, que já trazemos dentro de cada um de nós. Afinal, fomos gerados a partir de um encontro mágico, graças a um luminoso espermatozóide ligeirinho, provavelmente, mais dotado de luz, que assinou para sempre o compromisso genético de nossa história passada e futura ao se acomodar confortavelmente num óvulo macio e quentinho, que o aguardava, para juntos iniciarem a jornada deste novo ser na Terra.
Assim fomos gerados e assim será...que me desculpem os cientistas que pretendem criar vida artificialmente através de clones, de cópias, pois, vida se faz com impulso, com movimento, com estimulação, com sentimento e não só com cálculos matemáticos, com tubos de ensaio a aparelhos.
Neste aparente caos em que nos encontramos neste momento, em que tudo que pairava silenciosamente parece emergir com toda sua energia e força, trazendo para a superfície tanto o lado negativo como a faceta mais luminosa, é deste encontro com o nosso EU maior, numa troca íntima e exclusiva, que conquistamos a força para nos colocarmos acima das energias maléficas e pesadas, sem nos esquecer de nossa origem luminosa e redobrando nossa atenção para que esta luz cresça tanto que possa iluminar a sombra e a escuridão ao nosso redor. 

Lúcia M. 

terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Adeus Ano Velho

O samba embalando a todos
neste nosso verão brasileiro.
Enchendo o ar de alegria
sol queimando em clima festeiro.

Mais um ano que se finda
levando consigo as sentidas dores
levando os curtidos sabores
e o calor dos ferventes amores.

Despede-se levando as fortes cores
de tudo o que foi vivido
dos espinhos e das flores
de tudo o que foi sentido.

No ritual de despedida
momento solene de gratidão
pelo que já usufruímos e realizamos
e pelo som ritmado em nosso coração.

Para o Novo Ano o que se pede
é saúde, é dinheiro
é amor, que ninguém é de ferro,
a cumplicidade de fortes amizades
e momentos, que de tão bons
se pareçam uma eternidade.


Lúcia M.
2014/ 2015

Poeta musico, compositor



Era um artista nato
disto já sabia desde que nasceu
mas, nem sempre era visto como tal.

Criava magia e saia pelas ruas
espalhando nuvens coloridas
alegrando as crianças
e encantando os adultos.

Escutava o som celestial
e em sons terrenos traduzia
Transformava em palavras
o etéreo, o onírico
que forma não tinha.

Sua música melodiosa
enchia o ar
enfeitando de leveza o viver.
Sua poesia flutuava nos corações
ressonando na memória de cada ser.

Embalava as vidas
de todos que o ouviam.
Era um poeta músico.
Era um compositor.
Era feliz.

Lúcia M.

quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

Mensagem de Natal



Que neste Natal
você possa comemorar
em clima de muita harmonia
o aniversário do
profeta da Luz,  Jesus.

E que o tempo Presente
da sua própria história
seja o seu melhor presente.

Lúcia M.
2014/ 2015
 

sábado, 15 de novembro de 2014

Maternidade

Existe um hábito, um costume, um traço cultural, não sei bem como classificar, de um comportamento materno brasileiro, que me deixa “encucada”.

Já ouvi tantas vezes mães se referindo aos filhos adultos (que também já são grandes e que muitas vezes até já lhe deram netos) como “o meu bebê...” ou “as crianças...”
Há uma outra expressão assustadora, muito comum, que é quando a mãe diz :
- “...Você sabe, para mim, filho é sempre a minha criança...”
Fico olhando para aquela mulher e me perguntando se foi isto mesmo o que escutei. E quando pergunto a ela se entendi direito o que ela havia dito, a resposta é: - “ Ah! Você que é mãe sabe, mãe é assim, filho(a) (no plural ou no singular) é sempre uma preocupação na vida da gente!...”
E me calo, pasma, me perguntando se ela sabe que se pré-ocupar é se ocupar de nada, de nada que seja positivo, algo bem diferente de vibrar positivamente para... 
Quantas vezes escutei a frase: - “...ser mãe é padecer no paraíso...”
E com esta de que ser mãe é viver preocupada com aquele (aqueles) ser(seres) que por ela foi(foram) gerado(s), fico pensando nos pobres deste(s) filhos(as) que têm que arcar com o eterno peso sobre suas costas, foco da eterna preocupação da sua mãe, que deixou de dormir em paz desde que o (a) trouxe ao mundo.
É uma herança judia, misturada com italiana, misturada com uma herança portuguesa, que trata os(as) filhos(as) como se fossem eternas crianças irresponsáveis e incapazes de cuidar da própria vida, mesmo sendo já adultos, com filhos grandes...
E se esta mãe deixar de externar esta sua preocupação com o(s) seu(s) rebento(s), teme ser apontada pelos familiares e entre as vizinhas e amigas, como uma mãe “desnaturada” que não se pré-ocupa de seus filhos.
Se você conhece alguma mãe que age desta maneira, conta para ela que tudo que é criado e cuidado com amor, floresce, cresce e se desenvolve com saúde e com alegria.
Conta para ela que a maior força que se pode dar a alguém é projetar sobre aquela pessoa muita luz e imaginá-la durante toda a vida percorrendo seus caminhos altiva, confiante e feliz.
Conta para esta mãe que potencializando as qualidades do(a) seu(sua) filho(a) ela estará ajudando-o(a) superar suas limitações com bom ânimo, humildade e responsabilidade.
Fala para esta mãe relaxar e começar a acreditar que existe uma força Maior que não nos abandona e que assim como “cuida” de nós, também “cuida” de nossos(as) filhos(as).
Conta para ela que todos viemos a este mundo para sermos felizes e para aprendermos a superar os obstáculos que vão aparecendo com fé,auto-estima,  bom ânimo e perseverança.
E se você ainda tiver a oportunidade, conta para esta mãe que o mundo todo é feito de seres que um dia foram gerados por uma mãe e que o mundo será muito melhor no dia em que o amor de mãe for saudável e enriquecedor. Algumas vezes, será preciso contar tudo isto também para alguns pais.
Pense nisto.
Namastê.

Lúcia M.

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

O poder da criação

Somos seres divinos e como tal, somos criadores, só não havíamos ainda sido informados disto até então.
Estamos criando o tempo a realidade ao nosso redor, mesmo sem termos consciência disto.
E não temos consciência porque não fomos orientados para isto, porque toda nossa cultura e nossa educação nos induz a acreditarmos que força e poder só são gerados “lá fora” e que precisamos depender “do que vem de fora” para viver e sermos felizes...
Porém, chegou o momento de mudarmos o rumo de nossas vidas e de darmos atenção a esta capacidade criadora que todos temos desde sempre.

A vida tem colocado a nossa disposição inúmeros elementos para nos auxiliar a melhor canalizarmos nossa energia quando, por exemplo, conseguimos acessar e compartilhar, sem dificuldade, informações que nos revelam novas descobertas no campo da neurociência, descortinando o universo até então obscuro do funcionamento dos nossos neurônios, de nosso pensamento e de nossa consciência. 

A própria vida tem colocado diante de nós situações inusitadas, impulsionando-nos ao exercício da busca por soluções para as situações que vão se apresentando, a cada dia mais desafiadoras.

Antes de realizarmos aqui, na terceira Dimensão, aquilo que nossa mente criou, projetamos em pensamento o que queremos realizar, seja uma viagem, seja um filho(a), seja uma invenção, seja algo que queremos adquirir, seja um progresso que queremos alcançar, etc.

Muitas vezes conseguimos encontrar as soluções para nossas questões em   idéias vindas aparentemente “do nada”, quando, na verdade, estamos o tempo todo captando idéias que pairam no ar como nuvens, pois, existem também outras pessoas lançando na atmosfera mental da Humanidade idéias semelhantes. 

O exercício da meditação nos auxilia a esvaziar a mente e a descansar o nosso cérebro para abrir espaço para novas percepções, mas nem sempre conseguimos isto em nossa cultura ocidental.

Esta força criadora precisa fluir através do pensamento e da imaginação e para isto, não pode ser forçada, pois, é no estado de harmonia e de alegria interior que a energia que a gente emana se torna luminosa a ponto de alcançar o espaço infinito da criação.

Então, existem outras possibilidades, sem que precisemos nos sentar em posição de lótus e respirando fundo emanar o som “OM” por 15 minutos, para conseguirmos acalmar nossa mente e captar respostas para nossas indagações mais profundas.
Podemos, por exemplo, praticar a visualização, concentrando intencionalmente nossa energia sobre uma idéia ou uma imagem ou uma situação desejada.
Assim, criamos o tempo todo e somos responsáveis pelo que criamos, seja o que desejamos na área da saúde, seja o que desejamos em relação ao amor ou ao nosso progresso material, seja para criar uma obra artística ou uma invenção.

Por exemplo, se queremos que chova, temos que mentalizar a chuva caindo, refrescando completamente o ar, limpando a atmosfera, molhando o chão, a terra, as árvores, lavando as ruas, nos molhando e nos refrescando.
Projetamos a presença benvinda da chuva, imaginando-nos sentindo sua ação sobre nosso corpo e ao nosso redor.
E você há de concordar comigo que esta é uma atitude muito mais eficiente do que ficarmos nos lastimando pela falta que ela faz.

Para o progresso material, aprendi com uma senhora muito idosa, uma fórmula infalível:
Quando for pagar para quem quer que seja pelo serviço prestado ou pelo que lhe foi vendido, olhe com atenção para aquele dinheiro (ou cartão do Banco, ou para o cheque em sua mão) bendiga a capacidade de aquisição que ele lhe traz, mentalize que este valor já está se multiplicando por milhões de vezes para você e para esta pessoa (ou estabelecimento comercial) e imagine-se feliz, diante de todo aquele dinheiro na sua mão - multiplicado - compartilhando com o mundo a sua riqueza.

Quando for receber pelos seus serviços prestados ou por uma mercadoria que você vendeu para alguém, bendiga aquele dinheiro, agradeça e mentalize a fartura – para você e para o outro. Mentalize vocês felizes, compartilhando entre si esta fartura. Mentalize a abundância.

Quando sua saúde estiver frágil e você acabou de escutar um diagnóstico nada estimulante do seu médico, respire fundo, veja-se com plena saúde, feliz, em paz, cercado de muita luz, agradece à Vida por tanta abundância e segue em frente confiante.

Quando nos imaginamos cercados de muita luz, estamos evocando a nossa força interior e intensificando-a, chegando mais perto da Consciência cósmica e criando este ambiente luminoso ao nosso redor.

Já imaginou que reino de paz e de abundância será este nosso planetinha azul, como o mundo vai se tornar um lugar de harmonia luminosa e de felicidade plena, quando toda a humanidade souber fazer uso desta força naturalmente?

Então, experimente. Você vai se surpreender com as respostas rápidas e ótimas que a vida vai lhe dar.

Pense nisto.
Namastê.

Lucia M.

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

“Eu tenho a força”!

Tenho meditado muito a respeito do momento histórico em que nos encontramos  e no quanto exige de nós equilíbrio, força interior e fé.
E estou concluindo que nos dias atuais a única força que poderá nos ajudar a viver e ser feliz, acima dos riscos biológicos, químicos, eletromagnéticos e psicológicos que ameaçam nossa vida a todo o instante é a nossa força interior, única arma realmente poderosa para vencer tantos desafios silenciosos e contundentes.
Então, o caminho é estar o tempo todo atentos a nossa sintonia interna, procurando entender e decifrar nossos sons internos, os recados que nosso corpo e nossa Alma nos mandam diariamente.
Sem isto, a gente entrega este poder de força a tudo o que vem de fora, a tudo o que é externo, que não vem da gente...
E é aí que a gente começa a derrapar e tem a sensação de não conseguir mais sair do lugar, com a impressão de que “nada dá certo” na nossa vida.
Quem já não viveu alguma vez uma situação deste tipo?

Havia um desenho animado na TV em que o herói que dizia em altos brados, com pose de herói: - “Eu tenho a força”!
Então, vamos dizer a todo o instante para nós mesmos: - “Eu tenho a força”!
Sem nos acharmos superiores a quem quer que seja, sem arrogância.
Sem incharmos o peito com nossa vaidade inflada.
Com humildade para com a Vida, com gratidão a nossos ancestrais e ás forças advindas da energia Maior, com o respeito devido às boas oportunidades que a vida nos proporciona a todo o instante e com foco naquilo que queremos alcançar.
Não custa experimentar, pois me disseram que seu efeito é mágico!

Recebi da minha filha uma evocação que achei muito prática, simples e interessante, para ajudar a atingir o ponto de se poder dizer a frase  “Eu tenho a força”! com convicção, com fluidez e com sinceridade .
Dê uma lida, pode ser que lhe seja útil também.

Afirmação de Luz para gerar movimento

O que quer que esteja me segurando
Com a mesma força vai me soltar!
O que quer que esteja me impedindo
Com a mesma força vai me impulsionar!
O que quer que esteja me paralisando
Vai agora com a mesma força me movimentar!
O que quer que esteja me emperrando
Vai agora me empurrar!
O que quer que esteja me limitando,
me parando, me atrasando, me freando,
me atrofiando, me cerceando …
Vai agora, com a mesma força me fazer superar,
me expandir, me libertar, me engrenar,
me envolver, me extravasar,
me ampliar, me engrandecer!
O que quer que esteja me podando,
me negando, me bloqueando,
me imobilizando, me entravando …
Vai com a mesma força me revelar,
me fazer sobressair, me afirmar,
me fazer prosseguir, me motivar
me impelir!
Estou livre dessas amarras,
dessa prisão, desse casulo,
desse gesso, desse obstáculo!
Estou livre para exercer com plenitude
Tudo o que a mim Deus confiou!
Ele confia a mim!
Ele confia em mim!
Estou pronto para assumir esse poder!

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Benvindo à Era comandada pelo Amor

Estamos vivendo em uma fase em que tudo aquilo que se encontrava submerso por milênios está vindo à tona e se mostrando sem disfarces, como realmente é. Parece que tudo virou de cabeça para baixo e nós ficamos boquiabertos e meio paralisados dentro deste turbilhão.
Assim tem sido com tudo o que representou até hoje a sustentação da sociedade, como os sistemas de governo, como os relacionamentos familiares, como os sistemas que agilizam a comunicação global, com os sistemas de crenças religiosas e até com os conceitos que formavam a base das pesquisas nas Ciências.
A sensação que a gente tem é de estar testemunhando uma situação de caos total.
A televisão, o cinema, a indústria de jogos eletrônicos se empenham em se aprimorar no estímulo à violência, á agressividade e ao preconceito, sob uma tênue capa de ingenuidade.
Mais do que nunca estamos rodeados de diferentes padrões de transmissões energéticas, que somados à energia que nós mesmos emitimos e à energia que captamos do ambiente em que nos encontramos, nos envolvem e nos influenciam sem nos darmos conta disto.
 Somos o tempo todo envoltos por um número incontável de emissões de energia de diferentes intensidades, inclusive porque hoje todos nós vivemos o tempo todo conectados a aparelhos movidos por eletricidade ou por transmissões via satélites.
Os meios de comunicação nos transmitem diariamente uma enxurrada de notícias alarmantes e assustadoras, que nos provocam uma sensação de insegurança, de desesperança e de medo.
A palavra “terror” tem sido escutada por todos nós todos os dias e sempre aparece algum país disposto a “acabar” com os terroristas, para “garantir a paz do mundo”. Aliás, faz mais de 10 anos que ouvimos esta “promessa” e a impressão que temos é de que o “terror” no mundo só tem aumentado ao longo deste tempo...
Ameaças a nossa sobrevivência se potencializam também diante das epidemias (criadas em laboratórios) mas, que a mídia nos convence de que surgiram do nada e que vieram para ficar e que devemos passar as 24 horas de nossos dias nos sentindo inseguros diante disto.
Ao mesmo tempo, a Humanidade se paralisa diante de ameaças a sua sobrevivência como a falta de água, muito embora a visão que os satélites nos mostram da Terra vista de cima seja somente de água e atmosfera.
Estamos vivendo uma fase na história da Humanidade que exige de nós um constante estado de alerta para não nos deixarmos envolver no emaranhado de fios de negatividade que nos rodeiam diariamente e valorizarmos as relações de afeto genuíno, de amizade e de amor, que são as nossas fontes de energia mais poderosas.
Quando vemos os incríveis avanços que tem sido realizados na área da Ciência, da Tecnologia e do desenvolvimento humano, percebemos com clareza como o homem é capaz do que quiser, desde que se dedique com foco e com espírito de união. Uma equipe de profissionais dedicados a qualquer projeto, especialmente, voltado para beneficiar a Humanidade consegue realizações que nos parecem divinas, de tão incríveis!
E por mais que pareça que o mundo foi invadido por uma onda gigante de violência  e de ameaça a nossa sobrevivência, nesta Era que se finda, a Humanidade passa da fase da adolescência, em que as ilusões a embriagavam, para uma nova fase de maturidade, de despertar das consciências, de redescoberta de valores genuínos e divinos, até então, adormecidos em seus porões.   
É um avanço em que tudo o que habita este planeta têm se elevado em termos de padrão de energia para abraçar novos tempos em que o Amor será o próximo regente.
A boa notícia, que os representantes do sistema não nos contam, é que temos força suficiente para fazermos frente a esta onda de ameaças e de negatividade, simplesmente, com uma atitude de nos colocarmos acima deste aparente caos, reafirmando nossa capacidade de transformar o que quisermos com nossa energia e com nossa dedicação.
Os artistas, os poetas, os músicos sabem disto e sua vida é dedicada a transformar o velho em novo, o fosco em brilhante, ajudando-nos a alimentar nosso viver com energias luminosas que nos estimulam e nos alegram a Alma e nos levam para a frente..
Temos recebido também algumas orientações que nos têm apresentado as “crianças-cristal” e mesmo alguns jovens, para nos ajudar a subir mais este degrau na história da Humanidade.
E houve um ser muito especial que há muito tempo atrás veio a este mundo para nos ajudar a enxergar a vida com toda beleza que ela contém, sem disfarces e com seu Norte apontado para uma palavra apenas, um conceito, uma idéia e um sentimento: amor. Ele era um “profeta” e seu nome era Jesus.


Lúcia M.

quinta-feira, 27 de março de 2014

Um novo mundo nos aguarda



Quando a gente tenta entender os fatos que ocorrem aos montes ao nosso redor e no mundo todo é possível perceber o quanto os sistemas políticos, religiosos e econômicos, que têm representado o alicerce das sociedades desde tempos muito longínquos, estão agonizando e se esgotando por si só.
Porque a Humanidade evoluiu muito nos últimos séculos, estamos vivendo um momento histórico em que não nos sentimos confortáveis e confiáveis sob o regime chamado “democrático” e sua organização hierárquica baseada na identificação de interesses econômicos, na exploração do trabalho da população para suas realizações (nem sempre em benefício da comunidade) e no estado de defesa/ataque o tempo todo ou sob um regime ditatorial com sua estrutura rígida, suas imposições  e desmandos, desrespeitando e atropelando os direitos individuais de todos os seus cidadãos.
Já ficou para muito lá atrás o tempo em que a população submissa reverenciava sem questionamento seus reis e lhe servia orgulhosa de sua fidelidade, na crença de que eram os representantes da vontade de Deus na Terra.
A Humanidade evoluiu, sua genética é outra, sua inteligência se desenvolveu, especialmente nos últimos 40 anos, entre outras coisas com o impulso da criação da Internet, que a leva para um universo de conhecimento em segundos a partir de apenas alguns toques com as pontas de nossos dedos. 
No mundo todo as pessoas tem manifestado a sua insatisfação diante da busca por soluções para velhas questões, expondo a sua Indignação e o vão que se instalou entre os seus anseios e o que têm vivido.
Parece que estamos testemunhando uma situação, em relação à organização social, em que o modelo a ser seguido baseado em hierarquias monárquicas, em hierarquias políticas, em hierarquias religiosas, após muitos séculos e talvez até milênios, tenha se esgotado, perdido a sua força, seu brilho, seu pulsar.
Contudo, como ainda há aqueles que se alimentam dos vícios destes sistemas, desesperadamente tentam perpetuar seus valores baseados simplesmente em riqueza material, como se fosse a única verdade possível, usando a força da coerção econômica e a violência para isto.
Estamos entrando em uma era em que o espírito de colaboração e de participação segundo o talento de cada um será a base da vida social, em que o ser humano será valorizado por suas qualidades, mesmo que estas não o levem necessariamente a se tornar um homem rico; não mais organizações sociais baseadas numa hierarquia política, um modelo que não é nem o nosso já velho e conhecido falido capitalismo e muito menos o comunismo com suas injustiças e repressões, mas, um modelo que, na verdade, aproxima-se um pouco do socialismo.
O que a Humanidade hoje aspira, mesmo sem conseguir definir com total clareza seu anseio, é algo como sugeriu no século XIX um filósofo político russo, que viveu entre 1814 a 1876, chamado Mikhail Bakunin, que se tornou famoso pelas suas idéias libertadoras, em que propunha uma sociedade organizada baseada nos talentos de cada um e na responsabilidade igualitária de todos pelo progresso e pela harmonia social, uma idéia que ficou conhecida como “Anarquismo”.
Bakunin estava muito à frente de sua época e suas idéias anarquistas foram propositalmente levadas a cair por terra, sendo inclusive o termo “anarquismo” confundido com bagunça social.
Já se sente fortemente os ares deste novo caminho social, neste momento em que a Internet promove laços afetivos e de relacionamentos que trazem consigo a percepção de que somos todos muito parecidos, quando nos reconhecemos como simples seres humanos, sem fronteiras de idioma, de classe social e de costumes, mas, como seres com idéias e sentimentos semelhantes.
No Brasil, várias pessoas, que tiveram a oportunidade de visitar planetas mais evoluidos, relataram suas impressões em seus livros, e podemos constatar que o sistema social e político nestes planetas se encontra muito próximo ao que sugeriu Bakunin no século XIX, com sua teoria do “Anarquismo”. A cooperação e a solidariedade são as palavras-chave para o progresso e a paz nestas comunidades e não existe a menor possibilidade do exercício da pressão social, ameaçando e inibindo a espontaneidade de cada um de seus habitantes, independente da idade.
Um destes relatos muito interessante foi escrito por J.A. Dal Col , num e-book chamado “Arret”, que você pode ler clicando aqui.
É bonito, é inspirador, é o caminho que trilharemos logo mais e que preencherá todos os anseios da nova Humanidade, pode acreditar.
Uma boa viagem.

Namastê

Lúcia M

sexta-feira, 21 de março de 2014

Abundância em nossa vida

Quando conseguimos nos desligar das questões rotineiras e das questões financeiras que nos roubam a energia e quando conseguimos nos desvincular das preocupações e desejos de manter sob controle alguma situação da vida, conseguimos liberar nossa mente para que possa penetrar no âmbito da criação.
Quando alcançamos este nível, alcançamos também a abundância do Universo, algo que está a nossa disposição, bastando que nos desliguemos de nossos apegos, de nossas amarras, conduzindo nossos pensamentos para um nível distante do material e do cotidiano.
Nossa consciência se amplia muito quando conseguimos olhar com novas lentes para aquilo que ainda ontem representava um trauma ou um motivo de desespero, de angústia, de mágoa, tirando o peso que era refletido sempre que pensávamos no assunto ou na pessoa, aliviando nossa alma e nossa mente enfim.
Conseguimos expandir a nossa consciência e percepção quando rompemos a barreira que representam as crenças e os paradigmas consagrados que fomos incorporando a nossa vida como limites a serem respeitados.
Pensa comigo: quando queremos fazer uma obra, seja a criação de um filho, seja uma obra de construção civil, seja uma costura, seja uma obra de arte, ou algo que seja criado com objetivo e intenção bem definidos, o que nos estimula é o resultado e não o trabalho que dará. O item “trabalho” perde seu “peso” como algo sacrificante quando é transformado em um projeto onde serão definidos os passos para a realização daquela idéia inicial. E este projeto seguirá um roteiro voltado para o resultado que queremos obter.
Se pensarmos “pequeno”, colocando mil e um obstáculos para a realização daquela nossa idéia, o projeto jamais se concretizará.
Quando libertamos nosso pensamento e nossas idéias sem impor limites a elas  percebemos que existem sempre inúmeras possibilidades para sua concretização e quando necessário, motivados por aquela idéia, podemos ir atrás de adquirir mais conhecimento para sua realização.
Quando nosso pensamento está imerso naquilo que queremos realizar com definição, não há espaço para a sensação de impotência, pois sabemos no nosso mais intimo que a abundância é real e que está a nossa disposição no Universo. As chamadas “idéias geniais” surgem daí.
Todos nós somos acima de tudo seres magnéticos e como imãs atraímos aquilo que pensamos e somos atraídos pelas energias que nos rodeiam, num circuito que se retro alimenta.
Esta é a verdade que nos foi negada por séculos e que agora está sendo colocada ao nosso dispor: somos criadores e contamos com a abundância do Universo para realizarmos nossa criação e nossa realidade.
Está em nossas mão este poder.
Pense nisto.
Namastê

Lúcia M.

Mudanças

Quando a vemos uma criança de 3 anos desembaraçadamente manejando um “Tablet” com seus dedinhos, impossível não nos darmos conta do quanto o mundo tem mudado e como o que era vanguarda no século passado já se transformou rapidamente em “peça de museu”, para perpetuar sua lembrança.
Quando pensamos que a religião católica demite seus sacerdotes por atos de pedofilia, ficamos a pensar o que é que vai na cabeça de quem determina o que é ético e válido dentro de um grupo que se diz intermediário dos ensinamentos que Cristo nos legou em sua passagem por este planeta...
Porque, para servir a esta instituição religiosa é necessário e imprescindível que seus servidores eliminem de seu corpo, de seus pensamentos e de seu sistema endócrino qualquer tipo de impulso sexual (como se fosse um pecado inadmissível).
Então, a “santa” igreja exige uma conduta de forte repressão deste instinto básico e depois não sabe o que fazer quando a Natureza age com toda sua força indomável e aparecem os casos escabrosos de escândalos sexuais.
Algumas vezes ela os ignora, noutras os recrimina e em muitas delas, acaba assumindo uma dívida em somas altas de dinheiro para calar suas vítimas.
O que vivem seus servidores, o que sentem, como convivem com a castração de seus desejos e impulsos, não vem ao caso, afinal, estão todos ao seu dispor para servi-la e de preferência, sem questionamentos.
Para que a “santa” igreja não tenha que dividir seu patrimônio, nossos “irmãos em Cristo”, os sacerdotes, tem que se comportar como eunucos, assim como eram os guardas das princesas nos castelos medievais...afinal, um eunuco não representa ameaça a ninguém.
E pensar que são estes servidores reprimidos que celebrarão os rituais religiosos e que serão porta-vozes divinos diante de seus fiéis.
Fico aqui me perguntando quem é que é o mais necessitado de auxílio neste contexto...
Então, quando hoje penso em tudo isto, fico pasma, pois, fui criada sob a orientação religiosa desta instituição; coisas do século passado...
Por outro lado, a cada dia mais cresce o movimento justo e necessário contra a circuncisão das mulheres no mundo muçulmano, quando desde muito cedo lhes são retirado o clitóris para que jamais corram o risco de ter a lembrança do que seja a sensação do prazer sexual.
E me pego pensando: o que é mais humilhante e aviltante? Se a conduta da “santa” igreja ocidental com seus castrados servidores ou a cultura oriental muçulmana com suas meninas circuncidadas e me surpreendo com a inversão que representa diante de meus sentidos estes comportamentos completamente ultrapassados que ainda insistem em sobreviver neste mundo.
O fato é que as verdades estão subindo à tona, saindo dos esconderijos em porões subterrâneos para se mostrar na superfície e até a Natureza tem se empenhado neste sentido para nos ajudar.
A força das emanações eletromagnéticas produzidas a partir das tempestades solares e do cinturão de fótons tem nos afetado e muito para intensificar a mudança de nossa percepção. É a Natureza cooperando para nos ajudar a reconhecer aquilo que é mais verdadeiro em nós mesmos e no mundo que nos cerca, para que possamos efetuar a mudança a partir de nossa consciência.
Os véus da ilusão estão sendo levantados, para que cada um consiga buscar dentro de si a verdade mais profunda, o seu melhor, a sua linha direta com a Criação. 
O mundo está mudando e tudo o que está inserido nele também.
Estamos mudando e para melhor.
A Humanidade está mudando, que bom.
Pense nisto...

Namastê

Lucia M.

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Boas Festas e um novo ano muito gratificante

Cá estamos, neste mundão de Deus, aonde marcamos a nossa passagem através do que criamos e do que realizamos.

Encerramos este ano com uma sensação de gratificação por termos podido dedicar nossa atenção, nosso carinho e nosso cuidado a todas as pessoas que a nós vieram em busca de um abraço acolhedor, de um ouvir atento, de uma palavra, de uma doação de energia enfim.

Mas, assistindo a este vídeo, ficamos até encabulados diante deste homem simples que, por iniciativa própria, se propôs a alegrar estas senhoras idosas carentes de atenção e de carinho de uma maneira muito especial.

A palavra mágica, que cura os corações e que traz alegria à vida é: Amor.

E desejo a você para 2014 muito Amor dentro e fora do seu coração.

Confira aqui o filminho sobre a ação amorosa do carteiro. Que sirva de exemplo e de inspiração para nós por todo o ano que se inicia.

Minha gratidão.

Lúcia M.

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Notícias Poéticas

Deixa eu compartilhar aqui com vocês uma poesia da minha cunhada dentista, Eliane, uma delícia de suavidade para descanso da nossa alma.

Notícias Poéticas- outubro de 2013

Na enverdescente paisagem, percorro  sorrindo os caminhos cotidianos
Bem regada, a terra abre-se fofa, cheia de desejo para a semente.
É tempo.
É ainda tempo de plantio.
Uma força indômita se anuncia pedindo ação.
Quase ouço o rumor da terra.
Os olhos enchem-se das cores das flores em profusão.
E o coração, este que tem sido submetido a duras provas , é todo gratidão.

Concorrência desleal

Irei , e você nem vai notar que eu fui
tão encantado está com a primavera
exuberante, despudorada e explícita
Cheia de aromas perturbadores
expõe  bagos ,
pistilos, corolas
Ai!
Derrama-se em flores
miúdas amarelas
plumadas ,roxas  e brancas
rosas que não se desgarram das copas
pois são falsas
enganosas folhas não mais verdes
Delírio de um Deus permissivo
e disposto à experimentações

E o vento, aquele que varre,
agora brisa conivente
flocando nuvens doiradas de poentes

Até o desacordo do temporal
faz parte da paisagem natural
Viragem cheia de  caprichos

Riscos de fogo no céu
lembrarão que nem tudo é festa
e as efusivas árvores tombarão ao chão
parte do estrago anunciado

Também isto é lição
Nada dura tempo demasiado
Tudo fenece quer se queira ou não

Mas eis que o sol nasce
 e de azuis se veste
A alma,
esta leviana,
esquece
e grávida de poesia
tece com beleza
um novo dia

Irei, e você nem vai notar que eu fui.

Se gostou, clique aqui para visitá-la em seu Blog.

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

O monstro que nos rouba o sono e a paz

Somos criadores e com nossa imaginação criamos “monstros” que vão tomando corpo, crescendo tanto em força como em poder, que começam a nos amedrontar sem que consigamos dominá-los, transformando-nos em seus escravos, tornando-nos submissos àquela criação que se tornou, com nossa autorização, maior e mais poderosa do que nós próprios.  .
Este monstro, que nos rouba a paz e nos perturba, é bastante conhecido nosso. Seu nome é “preocupação”.
Preocupação significa pré-ocupação  - antecipação da ação.
A questão relacionada à preocupação é que ela é sempre um grande estímulo para nossa imaginação e se andamos meio fracos em matéria de imaginação positiva, vamos criar e cultivar nosso monstro, detalhe por detalhe, a ponto dele quase nos devorar. .
E criamos um “monstro de estimação” toda vez que perdemos o sono e passamos a noite pensando em como saldar aquelas dívidas que contraímos sem chegar a qualquer conclusão...
Também geramos outro tipo de “monstro paralisante”, quando temos que nos submeter a algum exame requisitado pelo médico e já antecipamos, por nós mesmos, o resultado mostrando uma situação muito grave em termos de saúde e de vida. E, detalhe, na grande maioria das vezes, o exame nos conta que está tudo bem ou, no mínimo, que a situação não é tão alarmante e que perdemos noites de sono a toa...
E o que dizer das noites em claro, aguardando pelo retorno do filho ou da filha que saiu com os amigos, enquanto a cabeça vai criando mil e uma situações de risco e de perigo, todas sempre negativas, energias que vão preenchendo todo o ambiente, a ponto de quase conseguirmos “cortar com faca”, como se  diz... Na maioria das vezes, quando o filho ou a filha retornam para casa ficam perplexos ao se defrontar com a imagem daquele ser revelando que se  desgastou terrivelmente durante toda a noite, enquanto ele (ela) se divertia feliz e despreocupadamente com os amigos.
Por algum estranho motivo masoquista, somos nós mesmos os autores do “projeto monstro” que nos tira a respiração e nos conduz a um completo desassossego.
E nós nem nos lembramos de dedicar a mesma energia e atenção às projeções que envolvem um “final feliz”, uma realização satisfatória ou a sensação de gratificação pelos objetivos alcançados, por pura questão de hábito. 
Projetamos mentalmente e, no mesmo instante, os reflexos deste nosso pensamento já começam a atuar sobre nós, assim como também sobre o Universo, que capta aquela emissão de energia e a condensa, espelhando nossa criação em forma de fato concreto, com todas as cores e detalhes, de acordo com a nossa criação.   
A Ciência já comprovou, através de experimentos, que  pensamento é força magnética e que pode atravessar quilômetros para ir de encontro a outro de mesma freqüência de energia, o que.infelizmente, ainda não foi possível registrar através de imagens.
Mas, pense comigo, a maioria das pessoas não consegue enxergar as ondas mentais, assim como também não consegue enxergar o ar que respiramos, mas isto não quer dizer que não existam e que não estejam influenciando o tempo todo a nossa existência.  
E o que a Ciência já comprovou, através de experimentos, é que o pensamento é uma criação mental que já nasce cheia de uma carga magnética capaz de se condensar na atmosfera, influenciando toda uma comunidade, um grupo e muitas mentes individualmente.
Quando um grupo se propõe a projetar, todos ao mesmo tempo, uma cena de horror, este “pacote” de energia se condensará rapidamente e a resposta do Universo se traduzirá em fatos realmente negativos ao nosso redor e em nossa vida, por isto, avisa lá para o “Datena” da TV, pois, acho que ele ainda não sabe disto.
Para comprovar isto, em 1993, o físico quântico John Samuel Hagelin, diretor do “Movimento pela Meditação transcendental” propôs a 4.000 praticantes de “Meditação transcedental” de 50 paises ao redor do mundo, que pensassem, sentissem  e dirigissem  energias de Amor e de calma 2 vezes por dia durante 8 semanas, dirigindo aquela energia para a cidade de Washington, capital dos Estados Unidos. Ele escolheu os meses de Junho e de Julho para executar o experimento por serem tradicionalmente os meses de maior índice de criminalidade naquela cidade.
Seu objetivo era provar que o pensamento coletivo voltado para o amor altera a energia de uma coletividade. E conseguiu.
Segundo dados estatísticos do Departamento de Polícia, houve uma diminuição no índice de criminalidade na faixa de 23% durante os meses de Junho e Julho daquele ano em Washington D.C., voltando ao seu índice normal, que era altíssimo, após aqueles 2 meses.
Em 1994 John Hagelin recebeu o “Prêmio Nobel da Paz” por provar, através deste experimento, que é possível influenciar positivamente o comportamento de toda uma comunidade através do pensamento.   
Alguém já havia dito que “a preocupação é como uma cadeira de balanço, que .mantém você ocupado, porém não o leva a lugar nenhum".
Não existe fórmula para uma noite relaxante de sono; o que é possível é a atitude de estar atento ao tanto de energia positiva que criamos dentro de nosso corpo e em nossa mente e do quanto desta energia o Universo vai captar, para nos responder em forma de acontecimentos positivos.
Então, convido você a colocar mãos à obra e começar a matar todos os “monstros de estimação” e suas “crias”, para começar a dormir em paz e viver esta vida  com mais saúde, alegria e disposição.   
Namastê


Lúcia M. 

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Meu tipo inesquecível

Quando era criança existia uma revista mensal chamada “Seleções Rea-
der´s Digest”, que trazia artigos leves, crônicas, receitas, dicas de saúde e alimentação, aquele tipo de leitura bom para ser degustado depois de um almoço no domingo preguiçoso  numa rede, apenas divagando sem pressa e sem compromisso, uma leitura realmente digestiva, como o nome diz.
A sessão da revista que eu mais gostava chamava-se “Meu tipo inesquecível” e trazia histórias de pessoas inesquecíveis que marcaram a vida de alguém por suas peculiaridades.
Pois, há algum tempo atrás tive a oportunidade de capturar este título através de uma pessoa que era mesmo muito especial.
Seu nome era Alfredo, um dínamo de energia e muito falante. Ex-comandante de navios da Marinha do Brasil.
Vaidoso, se cuidava muito e cultivava sua boa aparência, afinal, era bonitão e as mulheres se encantavam com seus belos olhos azuis, com o seu charme e com a sua disposição para viver, viajar, dançar, namorar e imagino que deva ter sido daqueles marinheiros que deixam uma apaixonada em cada porto.
Era um homem livre por excelência, detestava receber ordens de quem quer que fosse ou de sentir que alguém ousasse pensar em controlar a sua vida. Pelo contrário; o que ele gostava era de dar ordens e de se sentir no comando.
Com 93 anos de idade e uma disposição excepcional para viver, Alfredo encontrava-se debilitado devido a problemas circulatórios, o que o impedia de fazer tantas viagens quando gostaria e de participar de tantos eventos quanto estivera acostumado em toda sua vida.
Sabíamos que se encontrava em plena convalescença após um longo processo de idas e vindas em hospitais por conta dos problemas circulatórios   então, fomos visitá-lo para usufruirmos um pouquinho da sua agradável companhia.
Lá chegando, logo encontramos no saguão do prédio um dos seus filhos acompanhado da esposa, que nos saldou alegremente, dizendo que o pai estava ansioso aguardando por nossa chegada.
Chegando em sua casa fomos logo vê-lo e cumprimentá-lo em seu quarto. Encontramos o Alfredo deitado, coberto até o pescoço, com uma carinha comovente. Assim que nos viu, abriu um sorriso, jogando a coberta longe e ...surpresa...ele já se encontrava impecavelmente vestido e arrumado para sair para almoçar conosco, faltando apenas calçar os sapatos.
Com ar de maroto, nos confidenciou que o filho era muito exigente com ele e com os cuidados para com a sua saúde e pensava estar controlando todos os seus passos, especialmente, quando se tratava de sair em viagem ou de participar de algum encontro social, que era justamente o que ele mais gostava de fazer na vida...
Como o filho estivera lá até aquele momento e acabara de fazer mil e uma recomendações em torno deste assunto, impondo inúmeras restrições, e como ele nos aguardava ansiosamente e havia programado almoçar conosco no restaurante de sua preferência, achou mais conveniente se fingir de muito doentinho, deitado sob as cobertas, embora pronto para o passeio...
E lá fomos nós, felizes e ele mais ainda, a um delicioso almoço na sua agradável companhia.
Morremos de rir e ficamos ainda mais encantados com a vitalidade, disposição e presença de espírito do Alfredo.
Alguns meses depois deste episódio, Alfredo veio a falecer durante uma viagem de navio pela Alemanha na companhia da sua dedicada e amorosa filha, sua fiel acompanhante nos últimos anos da sua vida.
Apesar de seu estado debilitado, passou para o outro plano, provavelmente,  como havia sempre sonhado em segredo: viajando a bordo de um navio em boa companhia e portanto, feliz.
Grande figura, Alfredo...um “tipo inesquecível”, um estímulo á vida!
Que se encontre banhado de luz onde estiver neste momento.
Namastê

Lúcia M.

 


Cinema com livros

Quero compartilhar aqui com você algo muito interessante e pitoresco que acontece logo aqui ao lado, na cidade de Campinas.
Dentro de um pequeno shopping center chamado “Shopping Prado” existe um cinema (cine Topázio) especializado em filmes europeus, o único deste gênero na cidade de Campinas, em que as salas de projeção raramente se encontram lotadas de gente. É lá que costumamos assistir a excelentes filmes europeus.
Como o cinema europeu não cultiva explosões, perseguições, tiroteios, assassinatos, análise do sangue, de ossos e de roupas pelo FBI e pela CIA,  não costuma também incluir em seus filmes personagens femininas vestidas com roupas de couro preto e cobertas de armamentos pesados e como os atores europeus são de uma naturalidade tal que dá até vontade da gente pedir desculpas por estar xeretando a sua intimidade sem pedir licença, os próprios filmes que são exibidos por si só selecionam o tipo de platéia que, em geral, gente que gosta também de ler.
Uma particularidade inédita caracteriza também este cinema: na ante-sala de projeção existem estantes cheias de livros para quem gosta de ler, com confortáveis poltronas revestidas em couro para quem quiser se sentar e ficar lendo um pouco antes de entrar no cinema propriamente.
A biblioteca é farta e de excelente nível, com acervo variado, inclusive com obras em outros idiomas.     
Pode-se ler lá e pode-se levar para casa sem o compromisso de ter que fazer um cadastro para isso. A pessoa se compromete a devolver o livro – e devolve. É sugerido que sejam feitas doações para a biblioteca. Assim, o acervo é constantemente enriquecido, sem desfalque, já que as pessoas doam em quantidade, sempre presenteando a biblioteca com aquele livro que já foi lido e que pode desocupar as estantes da sua casa.
É um tipo de proposta tão civilizada, que a gente se sente como se estivesse em algum país nórdico, Dinamarca, Suécia, tal a evolução de conceito e de comportamento do público.
Além disso, é uma iniciativa que nos estimula a pensarmos em possibilidades semelhantes em outras versões mais próximas do nosso cotidiano, talvez em relação à montar uma feira de troca de gibis ou de brinquedos para crianças, ou uma troca de bolsas e bijuterias para mulheres, ou de revistas de carro, de motos e de futebol para os homens.
Em São Paulo existe algo do gênero, então, fica aqui a idéia...vamos cozinhando-a até surgir uma aplicação bem prática para ela aqui na nossa região. 
Pense nisto você também.
Namastê


Lúcia M.   

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

O côco e a pedra

Independente se acreditamos que só se vive uma vez ou não, quero comentar com você algo que anda rondando minha alma e minha cabeça ultimamente.
Como todos nós fomos educados e criados dentro de uma “ética” moral -religiosa que nos colocava o tempo todo sob a ameaça de sermos mandados para o “fogo do inferno” quando pecávamos ou causávamos algum mal a alguém, fomos crescendo sob um clima de terror representado por severos julgamentos, por acusações e por muita culpa  - sem a menor compaixão.
Assim, nossa ficha pessoal de transgressões foi se enchendo ao longo das décadas e o sentimento de culpa enchendo todos os espaços do nosso coração, nos levando a uma tendência à baixa-estima e à crítica severa a nós mesmos.
A grosso modo, éramos estimados e “amados”, desde que correspondêssemos á expectativa de que depois da nossa morte, seríamos aguardados às portas do Céu por São Pedro, que após consultar a nossa ficha das contravenções cometidas, seguida da realização de uma sucinta avaliação, nos receberia de braços abertos e seríamos então classificados como “merecedores do reino dos Céus e das bênçãos do Pai ”.
A conseqüência desta maneira de ver e de enxergar o outro, gerou profundas distorções na história da Humanidade, como o fato de que uma grande parcela da população mundial ainda aceita a “pena de morte” como algo adequado em uma sociedade ou como o fato da existência de guerras desumanas em profusão por todos os quatro cantos do mundo, ou ainda o fato das mulheres em alguns países do Oriente Médio e na Índia serem ainda consideradas impuras quando menstruam e outras inúmeras circunstâncias em que o ser humano, os animais, a Natureza como um todo, são tratados sem o devido respeito e consideração e como sendo merecedores de nossa crítica e condenação.
Crescemos sem saber que podemos “dar a volta por cima” e nos perdoar por faltas e deslizes que cometemos por inexperiência, imaturidade ou mesmo por pura ignorância.
Tais sentimentos, guardados nos porões de nossas entranhas nos fizeram reféns de nós próprios, gerando uma montanha de “pecados” que nos impediam de nos amarmos sem amarras e nos levava a agirmos da mesma maneira e com o mesmo rigor e desamor para com o próximo, fosse ele quem fosse: um familiar, um amigo, o vizinho, o colega, etc.
Hoje temos o privilégio de estarmos vivendo em uma época de total revisão de valores e de conceitos, derrubando velhos paradigmas para adentrarmos a um mundo que cultiva a paz.
Esta geração de crianças que está nascendo sabe disto e elas já chegaram plenamente preparadas para viver em tempos de paz e de compaixão – por si mesmas, pelos seus familiares, pelo seu próximo, pelos mares e rios, pelos animais, pelas aves e peixes, pelo planeta que habitam, etc, como muito bem explicitado neste filminho do “Youtube”:
Mas, nós, de outra geração, ainda temos uma longa caminhada para conseguir conquistar a paz dentro de nossos corações e mentes, partindo de uma nova postura de humildade, em que o nosso primeiro passo é o auto-perdão, a auto-compaixão. Os próximos passos nos levarão à plena auto-estima, o que não significa arrogância e vaidade, mas, amar-se de verdade.
Este é o momento para a mudança e exige de todos nós o exercício diário de uma revisão, de rompimento daqueles paradigmas que foram os responsáveis por arrastar toda a Humanidade para o estado de carência afetiva e de caos em que se encontra hoje.
A Teoria do Caos diz que quando uma borboleta bate suas asas no Oriente, sua ação provoca um furacão no Ocidente. Portanto, qualquer ação sempre produzirá uma reação, por mais insignificante que seja.
Embora possa parecer que vivemos uma situação sem saída em termos de conflitos e sentimentos negativos, podemos começar já a busca pela paz, começando por nós mesmos.
Podemos começar já uma profunda faxina em nossos porões pessoais, por mais doloridas que possam nos parecer as cenas que teremos que rever na nossa memória  para reavaliá-las sob nova ótica emocional. Pode ser que o processo seja dolorido, mas, é certo que nos conduzirá à paz íntima e ao surgimento de novos sentires a um até então desconhecido e enriquecedor sentimento de auto-estima e de gratidão.     
Enquanto uma parcela do todo que somos nós vive este processo, num ato de humildade e de amor a si próprio, uma nova energia reverbera no ar, refletindo um forte desejo de construir a paz, sem climas auto-punição, de terror e de castigo, sem vinganças, sem julgamentos, sem nos comportarmos como juizes rigorosos a nos condenar e a condenar quem quer que seja.
Uma nova freqüência de energia encherá a atmosfera tornando-a leve, colorida, como a alegria de uma criança que se sente segura e muito amada.
Um fato real ilustra com bastante clareza a dimensão deste processo, a seguir:  

Haviam 2 ilhas distantes uma da outra, ambas habitadas apenas por animais e especialmente, por macacos. Um belo dia, um macaco de uma das ilhas descobriu que batendo o côco em uma pedra conseguia abri-lo e saborear seu conteúdo e beber de sua água. Os outros macacos habitantes daquela ilha observaram aquele fato novo e fantástico. A partir daquele instante, todos os macacos daquela ilha passaram a agir da mesma maneira para abrir um côco e este fato passou a fazer parte do comportamento e do inconsciente coletivo daquela população. Algum tempo depois, na outra ilha distante, um macaco começou a abrir o côco batendo-o em uma pedra, repetindo o gesto dos macacos da primeira ilha, mesmo sem ter tido qualquer contacto com os primeiros. Após a incorporação do costume da segunda ilha, a técnica de abrir côco também passou a fazer parte do inconsciente coletivo da segunda ilha.
Esta história, que é real, nos demonstra que existe uma comunicação não-verbal, um processo de transmissão de conceitos abstratos, de idéias, de sentimentos e de atitudes, capaz de atravessar grandes distâncias dentro do globo terrestre a partir de uma comunidade e que se expande indefinidamente, moldando culturas, comportamentos e crenças.
Pense nisto e quebre o seu côco com uma pedra...
Façamos a nossa parte – pela paz.


Lúcia M.

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

...O olho do dono engorda o cavalo...

“O olho do dono engorda o cavalo”...
Sábio dito, porque sinaliza nas suas entrelinhas atitudes que modificam os acontecimentos da vida, como envolvimento, espírito de doação, benevolência, estimulação, etc.
Os cientistas, uns aqui, outros ali, em um laboratório em algum distante local do mundo, em suas pesquisas, têm constatado que pensamento é uma força além do que nós, seres humanos pensantes temos percebido.
Eles têm constatado que o olhar do observador somado aos seus pensamentos e raciocínios interferem no comportamento do que está sendo observado, a ponto de transformar um feixe de luz em partícula, isto é, em matéria.
Já está mais do que comprovado e é de domínio público que quando cuidamos de uma planta ou de uma flor e transmitimos a ela, através de nossa vibração e de nossa energia pessoal, nossa atenção carinhosa num instinto de doação, ela se desenvolve com mais vigor, mais intensidade e mais rapidamente do que outras que não recebem os mesmos cuidados.
O mesmo acontece com os bichos.
O mesmo acontece com o ser humano, seja este um bebê, uma criança ou um adulto, confirmando o dito popular de que é “ o olho do dono que engorda o cavalo”.
Foi o filósofo e matemático Descartes (que nasceu na França em 1596 e morreu na Suécia em 1650) que entre seus legados nos deixou uma célebre frase que de forma cartesiana resume um universo de conceitos e princípios que regem toda a vida existente: “Penso, logo existo”.
Isto é, o mundo tem o tamanho do meu pensamento. Penso “pequeno”, reduzo o tamanho de minhas possibilidades; penso “grande”, amplio minhas perspectivas e projetos.
Os cientistas envolvidos no “Projeto Genoma” (um projeto internacional que foi realizado por cientistas do mundo todo por 10 anos) conseguiu mapear toda a composição de nosso DNA (o genoma humano) e boquiabertos constataram que mais de 90% da composição dos nossos gens correspondem a um “espaço vazio” . 
E então, alguns cientistas, instigados  por essa hipótese, estão percorrendo  outros caminhos para sua observação e pesquisa e têm constatado que este enorme “espaço vazio” é um “espaço” pessoal, um depositário de nossos pensamentos e sentimentos mais íntimos, incluindo todas nossas crenças e vivências e que seu “conteúdo” é constantemente alterado apenas pela força eletromagnética de nosso pensamento e de nossa consciência pessoal.  
Isto é, conversar conosco mesmos e com todas as células do nosso corpo,
simplesmente, livremente, de coração aberto, sem a preocupação de que alguém poderia estar escutando o que dizemos, pode ser o grande
trampolim para que todo o conjunto de células que nos sustentam e que constantemente trabalham para nossa sobrevivência e nosso bem estar se alinhem em perfeita harmonia com nossa proposta para esta experiência de vida.
Este diálogo pessoal, íntimo, afetuoso e intransferível nos propicia uma afinação com a vibração de nossos mais amplos objetivos, nos auxilia a percebermos que viemos a este mundo com objetivos maiores do que a rotina diária como simples reprodutores de valores herdados e como consumidores e competidores simplesmente.
Esta interação, que se parece silenciosa, mas não é, antes de mais nada, é o que nos leva a apurar nossa sensibilidade em relação às reais necessidades de nosso ser, é o que nos leva a usarmos a criatividade em nossas atividades do dia-a-dia, é o que traz a clareza a nossos devaneios e é o que reforça a leveza no viver.
Parece que a vida então, nos responde com simpatia, com carinho, com atenção especial, abrindo as oportunidades para a ampliação de nossas capacidades, de nosso entendimento, de nosso desenvolvimento, proporcionando oportunidades para uma expansão ilimitada das possibilidades.
Pense nisto...

Lúcia M.

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Comunicado estarrecedor do ex-ministro da Defesa do Canadá

Hoje não vou "falar". 
Agradeço se você assistir este filminho do Youtube inteirinho.
Ele fala por mim.
Um forte abraço
Lúcia M.



quinta-feira, 14 de março de 2013

A Era da Luz

A Ciência tem observado que a pulsação da Terra, como planeta, está se acelerando e o campo de sua força magnética tem diminuído pela metade, ao mesmo tempo, num processo que se iniciou há mais de 2 mil anos.
Em 1952 um físico alemão W.O. Schumann constatou que a Terra é cercada por um campo eletromagnético poderoso e que esse campo possui uma ressonância, como uma pulsação em um ritmo mais ou menos constante; uma espécie de marca-passo, capaz de registrar as pulsações do que chamaríamos de “coração” da Terra.
Ele descobriu que durante milhares de anos o coração da Terra pulsou dentro de um padrão de frequência magnética de 7,83 Hertz por segundo e que este padrão tem se alterado a partir da década de 90 e hoje corresponde à frequência de 13 Hertz por segundo.
Schumann verificou que todos os seres vertebrados existentes na Terra, assim como o cérebro humano apresentam o mesmo padrão de frequência magnética.
A essa pulsação destas ondas eletromagnéticas, relacionadas à atividade elétrica da atmosfera foi dado o nome de “Ressonância Schumann” em sua homenagem.
O nosso sistema solar gira em torno de Alcione, a estrela central da Constelação das Plêiades.
Assim, nosso Sol é a oitava estrela da Constelação de Touro e leva 26 mil anos para completar uma órbita ao redor de Alcione.  
A divisão desta órbita por 12 resulta em 2.160, que corresponde ao tempo de duração de cada Era “astrológica”, como por exemplo, a “Era de Peixes”, a “Era de Aquário” etc.
Em 1961, através de satélites, foi descoberto que ao redor da estrela Alcione existe um gigantesco anel ou disco de radiação, chamado de “Cinturão de Fótons”.
Um fóton é a menor partícula de luz.   
Aproximadamente ao redor de cada 10 mil anos o Sistema Solar penetra por 2 mil anos no “Cinturão  de Fótons”. A última vez que a Terra passou pelo “Cinturão de Fótons” foi durante a “Era de Leão”, há 12 mil anos.
O nosso Sistema Solar começou a entrar na órbita do “Cinturão de Fótons” em 1972 e a Terra começou a penetrá-lo em 1987.
Até o ano de 1992 nada de diferente havia sido detectado em relação ao comportamento do Sol na nossa Galáxia. Tudo no Universo acontecia de acordo com o que a Ciência já conhecia até então.
No entanto, os cientistas ficaram perplexos quando em 1994 a NASA lançou no espaço a nave “Ulysses” e entre as informações obtidas por seu intermédio foi constatado que o campo magnético do Sol da nossa Galáxia havia se tornado homogêneo, não apresentando mais um pólo magnético Norte e outro pólo magnético Sul.  
Na história do nosso planeta, toda vez que ocorre o fenômeno de aceleração do campo de força magnética este é seguido pelo fenômeno de inversão do magnetismo dos pólos.
Em Setembro de 1994 pilotos do mundo inteiro foram levados a aterrissar sem o auxílio de instrumentos porque o campo magnético da Terra se movia intensamente confundindo os radares e bússolas.
Intrigados, os cientistas se debruçaram sobre os dados obtidos através das naves lançadas ao espaço em busca de respostas para suas interrogações.
Em junho de 1998, o satélite “Soho” foi lançado ao espaço com a função específica de transmitir à Terra informações e imagens relacionadas ao comportamento do Sol. Repentinamente, este parou de funcionar, como conseqüência do forte fluxo de carga magnética do Sol, acima do esperado.
Os cientistas constataram que o Sol estava emitindo descargas eletromagnéticas cada vez mais intensas, através das tempestades solares, liberando assim uma quantidade extraordinária de energia sobre o planeta Terra.   
Uma das conseqüências da mudança de frequência do campo magnético da Terra é a quantidade de ocorrências de golfinhos e baleias encontrados se debatendo à beira-mar, perdidos em suas rotas geográficas, baseadas nas trilhas dos campos magnéticos da Terra. À parte os efeitos de sonares, radares e experimentos nucleares realizados nos oceanos interferindo no campo magnético da Terra, o maior causador destes atolamentos e mortes dos cetáceos é a mudança no padrão da frequência eletromagnética da Terra e no traçado das linhas geomagnéticas como referencial migratório que conduziam os golfinhos e as baleias a alto-mar e que agora os direcionam em direção à terra, onde têm sido encontrados, muitas vezes, mortos.   
O mesmo fenômeno tem sido observado em relação às rotas de migração das aves.
O cientista alemão Dieter Broers investiga há mais de 30 anos os efeitos das mudanças nos campos magnéticos da Terra nos seres humanos e descobriu que o efeito destas descargas eletromagnéticas produzidas pelas tempestades solares afeta a consciência humana e consequentemente a sua percepção da realidade.
Experimentos realizados por Broers provaram que o estado de consciência de um ser humano pode ser alterado diante da influência de campos magnéticos de determinadas intensidades, provocando uma reação muito semelhante a de uma pessoa sob o efeito de drogas alucinógenas, como o LSD, por exemplo, como a sensação de que o tempo está se movendo mais lentamente, a percepção e a visão de presenças estranhas, a percepção e a audição de vozes, a percepção de atuação de forças invisíveis e a sensação de uma união intensa com todo o Universo.
Ele acredita que outro efeito das tempestades solares eletromagnéticas  sobre a Humanidade será o desenvolvimento de partes do cérebro que levará a uma reestruturação das redes neurais do cérebro. Ele afirma que o ser humano utiliza somente uma ínfima parte do seu cérebro e que a partir destas mudanças geomagnéticas passará a desenvolver partes do cérebro que se encontram adormecidas, por isto, a mudança de consciência e de percepção.
Todos esses fenômenos são reflexos da rápida e profunda movimentação que tem ocorrido com a Terra provocando também transformações em tudo o que compõe o seu cenário, como toda a Natureza com seus reinos: mineral, vegetal, animal, incluindo também o ser humano.
O geólogo norte-americano Greg Braden se dedica ao estudo destes fenômenos e atua aliando a Ciência à espiritualidade. Com algumas obras a respeito deste assunto tem percorrido o mundo com suas palestras.
Greg Braden afirma que todas estas mudanças que estão ocorrendo na Terra provocam mudanças marcantes no padrão de sono das pessoas, no padrão de comportamento nos relacionamentos  e no funcionamento do sistema imunológico, se manifestando através de diversos sintomas, como: sono intenso, facilidade para adquirir uma gripe qualquer, dores musculares, problemas relacionados à coluna, sensação maior de cansaço e enxaquecas.
Ele afirma que estes fatos conduzirão a Humanidade a uma nova “Era da Luz”, em que o dinheiro e o jogo de poder baseado no medo e na culpa, que é o que move a Humanidade hoje, não mais farão parte da vida das pessoas.
Assim, inclusive, enfermidades que por décadas têm representado grandes provas para a Humanidade, como a AIDS, desaparecerão.
Nosso DNA tem se modificado de 2 fitas em sua hélice para 12 fitas, levando todas as pessoas a uma maior sensibilidade intuitiva e potencializando a capacidade curativa de todos os seres humanos, libertando potenciais energéticos  até então travados dentro de cada um de nós. 
As crianças nascidas a partir de 1998 já trazem seu DNA com uma hélice de 12 fitas. São as chamadas “Crianças Cristal”, dotadas de grande capacidade telepática e de uma sensibilidade especial, de uma consciência “cristalina” a respeito de tudo o que os cerca. Sem se confundir pelas aparências, percebem além disto, percebem além do mundo puramente físico, além da 3ª. Dimensão. Vêm para ajudar a nós, os adultos, nesta trajetória rumo a esta mudança. 
Esta elevação da frequência magnética da Terra se reflete na elevação da nossa frequência de energia e tem provocado uma elevação geral no padrão de consciência de todos os seres terrenos, a ponto de nossos pensamentos, sentimentos e intenções se concretizarem em fato comprovado quase instantaneamente. Entramos na Era do “pedi e recebereis...”
Quando a Terra diminuir ao ponto máximo a sua rotação sobre o seu eixo magnético e a frequência ressonante alcançar o índice de 13 Hertz estaremos no “ponto zero” do campo magnético. Então, a Terra ficará como se estivesse parada e após 2 ou 3 dias recomeçará a girar na direção oposta a que gira hoje, ocorrendo a inversão dos pólos magnéticos da Terra.
Segundo Broers, neste momento, enquanto algumas pessoas experimentarão a sensação de paz e de alegria interior, outras manifestarão uma intensa agressividade e um estado depressivo. O responsável pelo diferencial entre um estado e outro está apenas no fator medo.
Em 21 de Dezembro de 2012 a Terra penetrou completamente dentro do “Cinturão de Fótons”, marcando assim, o início de uma nova Era, a chamada “Era da Luz”.
Nesta “Era de Aquário”, que se iniciou, a Terra ficará mais outros 2 mil anos dentro do “Cinturão de Fótons”.
Todas essas transformações foram registradas no tão comentado “Calendário Maia”.
Como nos prepararmos para este momento?
Reforçando nossa atenção e nossa dedicação a modificações a serem efetuadas em relação a nossa atitude mental diante da nossa própria realidade e em relação a nossa percepção de tudo o que nos rodeia, a todos que nos cercam e nós mesmos.
Como a cobra abandona sua pele velha para se renovar, temos que romper as correntes invisíveis, embora potentes, que limitam nossas capacidades através de crenças e de religiões limitantes, quebrando paradigmas, promovendo-nos a uma percepção do mundo e de nós próprios além da 3ª. Dimensão, nos libertando e nos tornando autônomos, numa vida de verdadeira consagração e confirmação de nosso potencial para a paz , para a luz e para o amor condicional.
Só assim, seremos capazes de nos sentirmos interligados com tudo o que ocorre no Universo, no Cosmo e em qualquer localidade, mesmo a mais distante.
Esta elevação da frequência magnética da Terra e conseqüente elevação da nossa frequência de energia tem provocado uma elevação geral no padrão de consciência de todos os seres terrenos.
Logo mais, nesta nova “Era da Luz” que estamos adentrando, a Humanidade não mais estará sujeita à “Lei de Causa e Efeito” e à “Lei do Carma”, uma vez que toda a Humanidade terá conquistado a elevação de seu padrão de energia de 3ª. Dimensão para o padrão de energia de 5ª. Dimensão, a dimensão da Luz.
Passaremos então, a nos sentir conectados a todos os seres humanos, a todos os seres da Natureza, a todas as células de nosso corpo, numa comunhão com a essência de cada existência.

Lúcia M.