segunda-feira, 27 de junho de 2011

Somos o quê, afinal?

Me encantei com uma definição sobre nossa jornada terrena que tive acesso esta semana e quero aqui compartilhar com você.
É um misto de poesia, de Física, de Filosofia, e me pareceu de uma coerência e de uma clareza impar!
Originalmente somos todos LUZ, pura LUZ – tanto quanto Deus, que é consciência de Luz, pura energia em movimento.
Assim fomos gerados, a partir de um espermatozóide de cabeça luminescente e de um óvulo...
Nós todos, seres de pura Luz, então, cá estamos neste planeta Terra para enfrentar em um corpo de matéria física e densa todos os desafios e experiências que uma existência em 3ª. Dimensão pode nos propiciar.
Ao longo de milênios de vivências nos envolvemos em tramas diversas e, na maioria das vezes, inebriados pelos apelos da matéria, embaraçamos os fios que nos ligam à Luz Central, à Matriz.
Assim, retornamos uma, duas, três, centenas de vezes nesta nossa excursão por este planetinha azul, até o momento em que nos tornamos conscientes de nossa capacidade de fazer brilhar nossa própria Luz, independente dos apelos e das tentações e fascínios que o universo em 3D, material e denso (energeticamente falando) possa exercer sobre nós, como seres de Luz que somos.
A missão de cada um é justamente conseguir retomar a consciência como puro ser de Luz, com a bagagem de haver vivenciado inúmeras experiências que trouxeram a compreensão das dificuldades do exercício da vida na 3ª. Dimensão.
Quando conseguimos conquistar este estágio, não haverá mais necessidade de permanecermos neste plano físico.
Então, nós, seres de Luz não mais precisaremos vivenciar a existência restrita à terceira Dimensão, à dimensão limitada pelo que é material e pelo que é ilusório.
E é o Amor o nutriente que vai estimular este Ser de Luz (que somos todos nós) a expandir fortemente sua luminosidade sem a influência da ilusão que a terceira Dimensão imprime a tudo.
O Amor aquece, clareia, dissipa as dores, as ilusões, o sofrer.
E então, o Ser de Luz, que todos somos, passará a emitir fortemente sua energia e força eletromagnética do Cosmo para a Terra e para outros planetas e para toda a Natureza, para todo o Universo e para todos os seres, ajudando sempre, já que reconquistou o seu estágio como fonte de Energia, reassumindo plenamente sua face divina.
Assim fomos criados, a partir da Luz e do Verbo... e à Luz retornaremos.
Uns chegarão mais rapidamente lá, outros mais lentamente, mas, todos chegaremos - seremos plenamente iluminados, uma Luz que não se apaga, refletindo nossa luminosidade amorosamente por todo o Universo...

Lúcia M.

terça-feira, 14 de junho de 2011

Uma inversão politicamente incorreta

Fico pasma ao perceber uma manobra do sistema em que órgãos públicos transferem sua responsabilidade, invertendo suas funções e penalizando o contribuinte interessado em preservar seu senso de cidadania e espírito de colaboração civil.
Fumar um cigarro em qualquer lugar público, mesmo ao ar livre, tornou-se uma infração digna de punição, tanto quanto se o mesmo cidadão estivesse circulando nu pelas ruas, atentando contra os pudores da sociedade...
As pessoas que cultivam o ato de fumar são, a cada dia mais, relegadas ao plano dos “pecadores”, marginalizadas, como se estivessem cometendo um grande crime contra a sociedade.
Confesso que já fui uma fumante “de carteirinha”; adorava fumar e fumava em locais fechados, sem nem sequer desconfiar o quanto isto incomodava o meu vizinho ao lado e infestava aquele ambiente de monóxido de carbono e de cheiros desagradáveis. Na verdade, não havia despertado ainda para o quanto estava fazendo mal para o meu organismo, antes de incomodar a quem quer que estivesse no mesmo ambiente. Hoje estou livre; fumar ficou no Passado.
Reconheço que fui fortemente influenciada pelo cinema, cujos atores e atrizes faturavam muito bem para disseminar o vício de fumar, inclusive entre as mulheres...
Naquela época este era um hábito estimulado pelo sistema. O cinema me convenceu de que me tornaria incrivelmente elegante, intelectualizada e adulta com um cigarro aceso na mão...
E embora hoje no mundo todo paira uma nuvem de pecado imperdoável sobre o vício de fumar cigarros, o governo embolsa um imposto altíssimo sobre a venda do cigarro, ao mesmo tempo em que faz a campanha para que os fumantes sejam vistos como transgressores pela sociedade.
Já as campanhas publicitárias estimulam fortemente a bebida alcoólica, especialmente a cerveja, dirigidas especificamente aos jovens, como algo considerado construtivo, digno de aplausos, normal, eu diria...
Assim tem sido também com a discussão hoje tão em moda sobre as famosas sacolas plásticas que embalam mercadorias de diferentes origens e valores.
O supermercado Pão de Açúcar, preocupado com os apelos da Mãe Gaia, embala as compras de seus clientes em sacolas de plástico biodegradável, atento à questão da preservação do ambiente.
Enquanto isto, as garrafas PET continuam habitando os rios e mares, entupindo bueiros, poluindo, poluindo,poluindo...e não se ouve nem uma menção dos órgãos públicos, no mundo inteiro, a respeito de regulamentar a fabricação destes materiais para que se tornem biodegradáveis...O mesmo acontece com as embalagens de medicamentos, com equipamentos diversos (especialmente na área hospitalar) feitos de material altamente poluente e não biodegradável...
Isto não quer dizer que acredito que toda a responsabilidade pela preservação da Natureza seja dos governos; reconheço que é uma ação conjunta de cidadãos, fabricantes e órgãos do governo, cada qual exercendo a sua função neste processo..
Mudança de costumes se conquista a partir de dois pilares: novas soluções para as questões, o exemplo, campanhas de esclarecimento e o acompanhamento por parte dos representantes do governo, para fiscalização e repreensão no caso de leviandade com respeito ás regras estabelecidas.
A inversão dos papéis tem sido tão presente, que o contribuinte se vê pressionado o tempo todo, por todos os lados, frustrado por constatar que o “outro lado” representado pelo poder público (composto por indivíduos eleitos por ele mesmo) se sensibiliza muito pouco pela causa maior, pelas necessidades diárias da população, mas, se mostra plenamente sensível a seus interesses pessoais.
Se o governo quer preservar a saúde do cidadão, que proíba a fabricação de cigarros. Se o governo não deseja ver sacolinhas de plástico e garrafas pet boiando nos rios e entupindo bueiros, exija então que esses materiais sejam biodegradáveis.
O que eu quero dizer é que o sistema/governo deve atuar na origem do problema e não penalizar o consumidor.
Mas como o governo arrecada milhões em impostos sobre estes produtos, não proíbe a sua fabricação e opta por penalizar o consumidor.
E aí, estes órgãos governamentais, que deveriam exercer a atividade de regulamentadores dos itens que degradam a qualidade de vida, passam a atuar como agentes aplicadores de sanções e multas ao cidadão.
É mais do que hora de nos sentirmos respeitados, valorizados e recompensados pelos impostos (que não são poucos) que pagamos pontualmente, além de todas outras ações tomadas em prol do bem comum e da preservação da Natureza, cumprindo nossas obrigações como cidadãos!

Lúcia M.

terça-feira, 7 de junho de 2011

O som de cada um

O Dr. Masaru Emoto demonstrou, através de fotos, o poder da palavra e do pensamento atuando sobre os cristais de água, criando formas diversas.
No livro “A vida secreta das plantas”, os pesquisadores nos contam que as flores e plantas reagem de maneiras diversas a diferentes tipos de estímulos sonoros e de pensamentos.
Já foi cientificamente comprovado que músicas suaves e harmônicas proporcionam calma e auxiliam em tratamentos de pacientes com diferentes deficiências, além de ser relaxante para bebês e benéfico para qualquer ser vivo.
Pois, aprendi recentemente algo a respeito que quero compartilhar com você.
O som atua sobre os átomos e sobre suas partículas mais infinitesimais, sub-atômicas, modificando seu estado de acordo com a frequência que emite.
Já foi constatado que o som movimenta o éter, que o som movimenta a luz, que como ondas, dá origem às cores e a formas geométricas.
Quando recebemos um nome, sem o saber, nossos pais já estão nos conectando ao nosso endereço vibratório cósmico.
É como se, por uma incrível inspiração, fosse nos dado um nome que nos liga harmoniosamente ao Universo e à Criação, para podermos manifestar nossa aptidão para a plena realização da nossa missão nesta existência terrena.
Não sei se você já sabia, mas, antes de iniciarmos nossa jornada terrena, nossa Alma, através de um contrato, assume uma série de compromissos a serem cumpridos ao longo da Vida.
Então, quando recebemos um nome, através de nossos pais, somos integrados a determinada frequência de som, que produz uma onda sonora (que pode ser também representada através das cores) e que cria um movimento específico no fluido cósmico...
E quando emitimos um som, nossas cordas vocais são como canais de freqüência através dos quais emitimos determinadas vibrações de energia.
Aprendi então, que as vogais de nossos nomes podem ser entoadas por nós como um Mantra, meio cantando, meio falando, que é um exercício que vai nos auxiliando a equilibrar e a harmonizar todo nosso corpo físico e espiritual, atuando inclusive no equilíbrio de qualquer órgão ou sistema que não esteja funcionando perfeitamente.
Assim, as vogais, na seqüência em que se apresentam no nosso nome, devem ser entoadas sem interrupção. Se o nome for composto, deve-se entoar todas as vogais dos dois ou mais nomes seqüencialmente, sem interrupção.
Foi me recomendado fazer este exercício diariamente, por 9 vezes seguidas. E foi me dito que, com a prática e com o treino, a voz vai a cada vez se tornando mais límpida e atinge um alcance cada vez mais longo.
É como se estivéssemos afinando nossas “cordas” interiores, como instrumentos que somos e para que fomos criados: para aprimorar nossa “música” individual, de acordo com a música divina do Cosmo.
Já comecei a praticar. Experimente você também. Depois compartilharemos os resultados.

Lúcia M.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

A vida numa casca de noz

Nosso desenvolvimento como seres humanos, desde o nascimento até nossa passagem para outro plano, nos conduz ao nosso crescimento num processo de constantes mudanças em direção ao rompimento dos próprios limites, em direção à expansão.
Quando bebês, estamos ligados a nossa mãe em um relacionamento de profunda dependência. Nosso cérebro complementa seu processo de maturação, assim como o pulmão, o coração e o aparelho digestivo, a audição, a visão, etc.
Em seguida, a criança com certa autonomia física e fisiológica, inicia a fase de relacionamento com outras crianças e com todos aqueles que fazem parte do seu cotidiano, ampliando seu universo pessoal e laços afetivos.
A partir daí, a vida vai, pouco a pouco, nos propiciando um sem número de situações que nos conduzirão a uma ampliação cada vez maior de espaços dentro de nós e a conquista de maiores espaços externos também.
Assim é para todo ser humano porque assim é a Lei do Universo - sempre nos conduzindo em direção ao progresso.
Então, quero compartilhar aqui com você uma questão que tem pairado como uma nuvem imóvel e pesada sobre a minha cabeça, em função das inúmeras histórias que tenho escutado das pessoas a respeito de suas próprias vidas.
Por que será que tantas pessoas, com tantas qualidades, tantas virtudes incríveis, preferem viver suas vidas de maneira tão pequena, como se vivessem escondendo seus talentos do mundo e até de si mesmas, como se sua vida coubesse dentro de uma grossa, resistente e protetora casca de noz?
É como se a própria pessoa se enroscasse em fios invisíveis embora poderosos em que o orgulho, o comodismo, a preguiça, o medo, a sensação de impotência, a culpa, a impedem de se desembaraçar para poder se expandir enquanto desenvolve seus talentos...
E fico aqui me perguntando se nunca houve alguém que, com muita sinceridade e carinho, tenha conseguido convencer estas pessoas de que aqui estão para fazer brilhar todo o seu potencial e que o mundo passará a ser mais alegre, mais colorido, mais vibrante e mais valioso, quando cada qual e todas as pessoas juntas manifestarem com entusiasmo, com humildade, com espírito de doação ao Universo todo o seu talento escondido, sentindo-se a cada passo mais capazes e mais felizes com suas realizações.
A imagem que me vem à cabeça é a da borboleta, tão artisticamente linda, tão divinamente leve, alegrando a vida, enfeitando o mundo, após ter rompido os limites impostos pela natureza enquanto era apenas uma lagarta em um casulo.
Somos como ímãs.
Pensando pequeno atraímos apenas o que de menor e menos intenso o Universo tem para nos oferecer.
Quando nos encolhemos dentro de uma casca de noz, passamos a enxergar o mundo do tamanho... de uma noz.
O mundo, este mundão em que vivemos, é muito vasto e rico e quando colocamos o nosso universo pessoal e interior à disposição das forças do Universo, ele nos retribui numa reação instantânea de gratidão e de multiplicação.
Façamos a nossa parte, começando a acreditar em nós mesmos e não naquilo que achamos que os outros pensam a nosso respeito.
Acredite, pois, é verdadeiro e desperte o filho de Deus perfeito que você é!


Lúcia M.

sexta-feira, 18 de março de 2011

E agora, José?

Os representantes da Ciência, a cada década mais “donos da verdade”, estupefatos se surpreendem diante de realidades até há pouco tempo tão aparentemente sob controle e hoje tão totalmente fora do seu controle.
O mundo já não é mais o mesmo, especialmente o Japão, terra que já foi vítima de grande acidente nuclear provocado por uma guerra e agora, provocado pela falsa sensação de controle sobre as forças da Natureza.
Os cientistas têm anunciado semanalmente a descoberta de novos sistemas solares similares ao nosso e descobertas de novas estrelas no firmamento, até então, desconhecidas.
O planeta Terra está se mexendo. O mapa da Terra está se modificando.
A camada de gelo nos pólos está a cada dia se aquecendo mais, provocando seu deslizamento e derretimento.
Os mares estão se movimentando em uma velocidade mais intensa.
O eixo magnético da Terra tem mudado de posição, enquanto a incidência dos raios solares se intensifica sobre o planeta e sobre toda a natureza terrena, incluindo a humanidade.
Estas mudanças foram preditas por Nostradamus e por outros nomes conhecidos e desconhecidos do mundo místico e científico. Estas mudanças foram previstas detalhadamente pelos Maias e registradas em seu Calendário através de símbolos...
A cada ano se intensifica o caos gerado por fenômenos naturais ou provocados, que acontecem que nem pipoca pulando na panela.
Uma preparação do planeta para a chegada da já tão comentada “Era de Ouro”.
O homem da Ciência foi lá nos laboratórios e descobriu através da engenharia genética como se cria a vida sob características programadas e previsíveis.
O desenvolvimento da tecnologia na área de comunicações a cada minuto aproxima mais as pessoas, os países, as culturas, multiplicando as informações de seus universos particulares.
As crianças hoje nascem espantosamente prontas para se desenvolver neste inusitado mundo e vivenciar esta Era nova com seus dotes de inteligência, de sensibilidade e de capacidades telepáticas e artísticas excepcionais.
Logo mais, quando olharmos para trás, seremos pegos pela emoção e pelo impacto das imagens da realidade que vivemos no agora, em que a busca pela conquista material nos esgota, nos tira o sono e nos rouba o prazer de viver e de amar a Vida, a nós mesmos, os nossos queridos, as plantas, as aves, os animais, os nossos iguais lá do outro lado onde nem a nossa vista alcança, a tudo. Imperativos, como ídolos, como deuses, estes valores materiais, como um bichinho vão nos consumindo a cada dia um pouquinho.
Muito em breve, o dinheiro, o poder, a aparência, o “controle” serão conceitos completamente ultrapassados e obsoletos.
Para sobrevivermos diante de tantas mudanças e de tantas surpresas, o melhor é passar em revista o cenário em que vivemos até hoje e reservar um espaço dentro de nós mesmos para avaliarmos nossos valores e costumes, projetando um novo panorama pessoal e coletivo a ser alcançado e iniciarmos o nosso movimento pessoal de mudança, acompanhando o ritmo e os movimentos da Terra.
Tudo isto me lembra aquele poema do Carlos Drummond de Andrade, "José", que tão bem expressa o momento que estamos vivendo :

José

E agora, José?
A festa acabou, a luz apagou,
o povo sumiu, a noite esfriou,
e agora, José?e agora, Você?
Você que é sem nome,
que zomba dos outros,
Você que faz versos, que ama, protesta?
e agora, José?

Está sem mulher, está sem discurso,
está sem carinho,
já não pode beber, já não pode fumar,
cuspir já não pode,
a noite esfriou, o dia não veio,
o bonde não veio, o riso não veio,
não veio a utopia e tudo acabou
e tudo fugiu
e tudo mofou,
e agora, José?

E agora, José?
sua doce palavra,
seu instante de febre, sua gula e jejum,
sua biblioteca, sua lavra de ouro,
seu terno de vidro,
sua incoerência,
seu ódio - e agora?

Com a chave na mão
quer abrir a porta, não existe porta;
quer morrer no mar, mas o mar secou;
quer ir para Minas, Minas não há mais.
José, e agora?

Se você gritasse, se você gemesse,
se você tocasse, a valsa vienense,
se você dormisse, se você cansasse,
se você morresse....
Mas você não morre,
você é duro, José!

Sozinho no escuro qual bicho do mato,
sem teogonia,
sem parede nua para se encostar,
sem cavalo preto que fuja do galope,
você marcha, José!
José, para onde?

Lúcia M.

domingo, 6 de março de 2011

Um fiozinho de barbante queimando

Certa vez, como bibliotecária em São Paulo, fui trabalhar numa empresa que passava por uma necessidade premente de montar um sistema integrado para controle de documentação e de informação.
Estava ainda na fase inicial do projeto, no levantamento da situação. À parte situações vergonhosas que detectei relacionadas à corrupção e a roubos internos, enquanto lá permaneci, aconteceram várias tentativas de incêndio no “arquivo Central” da empresa.
Havia uma forte intenção de me envolver no incêndio, porque “forças ocultas” não estavam gostando nem um pouco de idéia de se implantar uma transparência de informações na empresa.
Então, durante 3 meses aconteceram 3 inícios de incêndio no “Arquivo Central”.
O método usado era de uma simplicidade banal: um longo barbante era desenrolado por entre as alas das prateleiras do arquivo Central. Seu trajeto terminava na porta de entrada do prédio. À noite o fogo era aceso na ponta do barbante – fim. Durante as horas da noite o barbante lentamente ia se incendiando sem deixar muito cheiro e pela manhã, uma parte do arquivo com seus documentos estaria em brasa.
Alguém abnegado, por 3 vezes tomou a iniciativa de molhar o barbante antes que tudo virasse chama.
Bem, nem preciso dizer que entendi perfeitamente a “mensagem” enviada. Depois de 6 meses de tentativas inglórias de executar o meu trabalho, me despedi solenemente da empresa e não soube que fim foi dada à proposta de trabalho nesta área.
Mas, tudo isto, para comentar com você algo que a cada dia se torna mais visível aos meus olhos.
A mais ou menos uns 30 anos, “forças ocultas” impedem os paises da África de viverem em paz e de se desenvolverem.
Se você olhar no mapa, vai entender que pela posição geográfica de muitos paises africanos e pela riqueza do solo em todo o continente, a África é como uma comida suculenta, cheirosa e especial para aqueles que tem fome...
Todos os paises africanos foram colônias de paises chamados de “primeiro mundo” por séculos seguidos e assim como ocorreu no Brasil, o objetivo dos exploradores era apenas retirar o máximo de riquezas possível, utilizando a mão de obra barata para o conforto e enriquecimento de seus compatriotas.
Hoje, diferentes políticos e empresários mundiais tem profundo interesse em eliminar ao máximo a população que caminha sobre estas terras valiosas.
Para atingir este objetivo, tem sido criadas em laboratórios epidemias e doenças que se alastram rapidamente e que consomem a vida e a saúde das populações africanas, como a AIDs, o vírus ebola, a malária, etc.
Como se não bastasse este método de acelerar a dizimação destes povos, a África é cheia de tribos que falam línguas diferentes e que alimentam um relacionamento de guerra interna pela conquista de qualquer coisa.
Podemos dizer que eles ainda se encontram moralmente e socialmente em condições bastante atrasadas. Mas, podemos também dizer que até algumas décadas atrás, em que todos os países do continente africano eram colônias, interessava bastante aos seus colonizadores que este povo permanecesse no atraso.
Empresários e governos de diversos paises, sabedores do costume das tribos de guerrear por qualquer motivo, oferecem armas para os dois lados, estimulando-lhes o espírito bélico e de destruição, de maneira a travar o desenvolvimento e acelerar o número de mortos, para posteriormente, serem reconhecidos como “protetores” do lado vencedor e mais poderoso.
Isto, sem contar que os rios estão completamente poluídos e que a maioria da população africana nem acesso à água potável tem e até para lavar roupa tem que se submeter diariamente a longas filas para encher seus baldes com um pouco da mais valiosa fonte natural: a água.
Como aquele barbantinho queimando que rondava aqueles arquivos, toda esta manobra sutilmente colocada em prática há décadas vem corroendo e destruindo passo a passo a população dos paises africanos, obedecendo a um cronograma detalhadamente estabelecido, até atingir o objetivo principal do projeto, de que não reste mais nenhum ser africano sobre aquelas terras valiosíssimas.
Quem sabe, logo mais, com ares de “defensores da democracia” estes silenciosos destruidores possam enfim, tomar posse das riquezas deste continente, sem serem vistos como invasores, colonialistas, exploradores e outras denominações menos politicamente corretas para os tempos de hoje.
Quando olhamos com mais atenção para fatos como estes, nos damos conta do que vem ocorrendo no Brasil, em que nossas fontes naturais de riqueza como as florestas tropicais, as fontes de água e uma infinidade de outras riquezas tem sido transferidas para mãos estrangeiras e/ou destruídas, é possível observarmos aqui também uma estratégia silenciosamente colocada em prática de lentamente tomar posse de bens primordiais para a vida e, como você sabe, na nossa cultura, quem tem a riqueza detém o poder.
Pense nisto...

Lúcia M.

terça-feira, 1 de março de 2011

Nossa imagem divina

Nós, nossos pais, nossos avós, nossos bisavós e assim por diante, fomos desde tenra idade levados a acreditar que acima de nós, lá longe, bem lá em cima, existe um deus (sexo masculino) que nos protege e ao mesmo tempo nos julga o tempo todo.
E esse deus, sem maiores motivações em sua vida, sem ter muito o que fazer, uma vez criado o mundo em todos os detalhes assim como todos os seres habitantes deste mundo, considera sua obra plenamente completa e encerrada. Então, lá de cima, sentado em seu trono, passa seus dias supervisionando o funcionamento de sua criação enquanto asculta nossos sentires, nossos pensamentos e testemunha todos os nossos atos.
De acordo com sua avaliação somos considerados “bons” ou “maus”, merecedores de suas bênçãos ou, ao contrário, candidatos a receber castigos em diferentes intensidades e extensão.
Então, todos nós que aqui estamos para aprender, para melhorar a cada dia e para ampliarmos nossa própria luz, através de crenças baseadas na culpa e no medo, vamos sendo levados a acreditar que aqui viemos para sofrer, que o direito à felicidade é algo distante e praticamente inatingível diante das expectativas divinas.
Enfim, por séculos e séculos, toda a humanidade foi afetada por uma cultura baseada no princípio da existência de um deus autoritário, narcisista, um ditador, um “big brother” sempre atento, de olho em tudo o que fazemos, sentimos e pensamos. Este “king of the big brothers” (“rei dos grandes irmãos”) com aparência de humano idoso desempenha um importante papel sobre toda a humanidade, porque, se contrariado, pode num acesso de raiva, criar as circunstâncias de um terremoto, de furacões, de maremotos, de tempestades, etc.
Em muitas famílias, quando nasce uma criança com alguma deficiência física ou neurológica, logo o fato é atribuído a um castigo divino por alguma falta cometida pelos pais.
O medo é um verdadeiro assassino que mata nossa capacidade de visualizar nosso próprio progresso, nossas próprias capacidades expandidas, nossas próprias responsabilidades; é um portal aberto para a manipulação e para o controle externo.
É incrível como a partir desta crença nesta imagem divina, toda uma existência passou a viver imersa no mundo da dúvida, do medo, da insegurança, da falta de confiança em si própria, da doença, do sofrimento e da culpa e todas as criações mentais foram direcionadas e animadas por milhares de anos pela ignorância espiritual e psicológica.
Pensa comigo...
Se este é o ser que possibilitou nossa existência e que criou este mundão todo que nos cerca, como é possível que cultivemos o sentimento de auto-estima, se desde sempre estivemos nos sujeitando aos caprichos narcisistas de um criador prepotente?
Como é possível algum sistema político justo (entre outras características positivas hipotéticas) numa coletividade se a quase totalidade de seus habitantes foca sua vida na expectativa da aprovação divina, da aprovação paterna, ou do patrão, ou da sua família inteira, respirando o tempo todo medo e ansiedade?
De onde brotará energia suficiente para encher estas pessoas de alegria, de contentamento, de ânimo, de auto-estima, de harmonia interna e de paz genuína, quando sua energia esteve sugada durante todos os dias de sua vida por tantas forças sombrias?
Aquilo em que acreditamos amplia o que existe e quanto maior o sentimento, mais a ampliação. Quando toda a população sente da mesma maneira, uma crença poderosa e profundamente enraizada, como um véu, confunde a visão de toda uma existência.
O que até então ninguém havia contado para nós é que na verdade, cada um e todos nós somos muito mais do que pensávamos, somos seres de luz cósmica inteligente, mais ou menos como uma pilha que carrega energia em seu interior.
O que nós ainda não sabíamos com certeza, é que dentro de cada uma e de todas as células do nosso corpo há um ponto de luz e que portanto, em toda nossa estrutura existem bilhões de pontos de luz.
Aquele senhor que nos foi apresentado como sendo deus, aquele senhor idoso, de barbas, temperamental, sentado num trono, pode ter sido satisfatório para uma humanidade há muitos séculos atrás, mas, hoje, na Era de Ouro em que vivemos, em que a luz dentro da estrutura de cada célula nossa tem se intensificado, não há mais espaço para esta imagem.
O tal do deus é pura energia luminosa e não um juiz mandão e um pai malvado. Ele é a pura Luz. E nós trazemos, cada qual, um pouco desta luz dentro de nós.
Nossa missão aqui é expandir esta luz.
Portanto, não há mais tempo a perder, culpa e medo são fatores do passado.
Se você ainda não se acredita como sendo um ser de luz, tome ciência de que existem equipamentos, como por exemplo, a máquina Kirlian, que capta e traduz em imagens de energia luminosa a emanação de energia procedente de todo ser vivo, conhecida como bioenergia ou aura.
Somos LUZ e nascemos para brilhar como as estrelas que contemplamos no céu.
A humanidade somos nós – todos juntos.
Cabe a nós mudarmos a direção de nossos sentires.
É hora de fazermos a mudança.
Pense nisto...

Lúcia M.